Consumi marijuana e cocaína e envolvi-me no tráfico de droga

Michael, do Goiás, teve uma vida complicada antes de se tornar futebolista profissional.

Michael, atleta de 23 anos que representa o Goiás, foi eleito jogador revelação da última edição do campeonato brasileiro de futebol. O avançado, contudo, tem uma história de vida que contrasta com aquelas que estamos habituados a ver em jogadores profissionais.

À margem de um jogo de cariz solidário, Michael falou à imprensa e revelou que, antes de se tornar profissional, consumiu e traficou drogas, foi ameaçado de morte várias vezes e chegou a ter uma arma apontada à sua cabeça.

“Fumei marijuana, snifei cocaína e clorofórmio, tomei ácidos… e envolvi-me no tráfico de drogas. Fui ameaçado de morte seis vezes. Uma vez, à frente de minha casa, um homem meteu uma pistola na minha cabeça e não teve coragem de disparar”, contou Michael, citado pelo jornal espanhol As.

“Cheguei a fumar dois maços de cigarros por dia. Se bebia, fumava três. E todos os dias alguém trazia aguardente”, prosseguiu o futebolista do Goiás, que abordou também as dificuldades por que passou para se tornar jogador profissional, feito que só conseguiu alcançar em 2017, aos 21 anos.

“Nunca tive a formação que os jogadores têm nas academias. Sei jogar futebol e só precisava de uma oportunidade. Para mim, o futebol não é um trabalho. Divirto-me”, afirmou, antes de acrescentar:

“Há pouco tempo, eu não era ninguém. Há um ano, via os jogos de Cruzeiro, Corinthians ou Grêmio, e agora estou a jogar contra eles”.

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